Curiosidades sobre a Coréia do Sul Part.2

Olá meus anjinhos td bem com vc??? Bom hoje eu vou estar fazendo uma matéria sobre a Coréia, sobre as
coisas que acontecem lá, tipos de coisas que eles fazem com frequência e etc.


Curiosidades

Coreia do Sul, oficialmente República da Coreia (em coreano: 대한민국;大韓民國; transl.: Daehan Minguk, é um país da Ásia Oriental, localizado na parte sul da Península da Coreia. Sua única fronteira terrestre é com a Coreia do Norte, com a qual formou apenas um país até 1945. Faz fronteira a leste com o Mar do Japão, a sul com o Estreito da Coreia, que o separa do Japão, e a oeste com o Mar Amarelo. Seu território compreende a metade sul da península coreana, englobando cerca de três mil ilhas que a rodeiam, dentre as quais se destacam Jeju, Ulleungdo e os Rochedos de Liancourt. Aproximadamente metade de sua população vive na capital, Seul, ou em sua área metropolitana, que é uma das maiores do mundo (algumas fontes indicam que é a segunda, atrás apenas da área metropolitana de Tóquio, no Japão.




Etimologia

No idioma coreano, a Coreia do Sul é chamada de Daehan Min-guk (em coreano: 대한민국, Hanja: 大 (grande) 韓 (Han, nome em chinês) 民國 (povo, nação), literalmente "O grande povo de Han" ou "A grande nação de Han") Hanguk em sua forma curta (한국, "País de Han", utilizado para referir-se à Coreia como um todo) o Namhan (남한;南韓, "A nação do sul", para se referir à Coreia do Sul especificamente). O nome Han é datado das antigas Confederações Samhan da era dos Três Reinos da Coreia. Em português, assim como na maioria das línguas ocidentais, a nação é muitas vezes referida como Coreia. Esta palavra deriva da Dinastia Goryeo, a qual adotou seu nome em referência ao mais antigo Reino de Koguryŏ.





Flora e fauna



A vegetação mais abundante no país é típica de floresta decídua temperada. Aí se encontram espécies vegetais de folha caduca (como o acer, o ulmeiro e o choupo) e árvores de folha persistente, como o pinheiro e o abeto. Nas zonas costeiras do sul só se podem encontrar espécies distintas que não crescem no resto do país, como o bambu, o loureiro e o carvalho. Os bosques cobrem cerca de dois terços do território nacional, ainda que a sua extensão se encontre em constante diminuição devido às atividades humanas.


O hibisco-da-síria é a flor nacional e um dos símbolos sul-coreanos.
O bosque misto se caracteriza por abrigar múltiplas espécies de mamíferos grandes e pequenos, assim como uma grande quantidade de aves e insetos. Os mamíferos roedores, porcos-espinho,[desambiguação necessária] lebres, falcões, corujas e outras espécies de animais pequenos têm sobrevivido aos impactos humanos, que têm substituído estas espécies por animais domésticos, como cães, gatos, cavalos, entre outros. Porém, grandes espécies de mamíferos, como tigres, leopardos, ursos, linces, encontram-se ameaçados de extinção, devido principalmente à constante caça e à destruição de seus habitats.
Por ser uma das zonas mais vigiadas de todo o planeta e devido à restrição de acesso a todos os civis, a Zona Desmilitarizada da Coreia é um dos principais lugares naturais do país, onde se conserva uma das maiores áreas de conservação da flora e fauna nativa da região. O isolamento natural de grande parte da zona (cerca de 1 000 km²) converteu a a zona num das locais naturais mais bem preservados e no último refúgio de várias espécies ameaçadas. Grupos de ecologistas e cientistas têm identificadas aproximadamente 2 900 espécies vegetais, 70 de mamíferos e 320 variedades de aves na zona. Outras investigações realizadas acerca da região estimam que existem mais exemplares e outras espécies de regiões circundantes.





Meio ambiente


Cheonggyecheon, um parque no centro de Seul, que foi restaurado após ter sido atravessado por uma autoestrada
Durante os primeiros vinte anos do crescimento urbano que começou em meados da década de 1970, poucos esforços foram realizados para preservar o meio ambiente. A industrialização e o desenvolvimento econômico excessivos tiveram como resultado a desflorestação e a destruição contínua dos ecossistemas. Recentemente têm sido realizados esforços para equilibrar estes problemas, incluindo um projeto de cinco anos denominado "crescimento verde", com um custo de 84 milhões de dólares, com o qual o governo pretende impulsionar as tecnologias e a produção de energia amigas do ambiente.
A estratégia econômica baseada na ecologia é uma grande viragem estratégica na economia coreana, e consome quase 2% do PIB nacional. A iniciativa da ambientalização inclui várias propostas, como uma rede nacional de ciclismo, o uso de energia solar, a diminuição de veículos que usam combustíveis fósseis e o incremento do uso de tecnologias ecológicas. O país planeja construir uma rede de Internet nacional de última geração, a qual será dez vezes mais rápida que os serviços de banda larga atuais, a fim de reduzir o consumo de energia.
Recentemente, a água encanada de Seul tornou-se segura para o consumo humano, pelo fato de os funcionários da cidade realizarem campanhas, como o Arisu, com a intenção de convencer o público a consumi-la. Também têm sido realizadas múltiplas ações no âmbito da reflorestação. Outro projeto multimilionário da cidade foi a restauração do Cheonggyecheon, um parque localizado no centro da capital sul-coreana, que fora anteriormente atravessado por uma autoestrada. Um importante desafio para os sul-coreanos é a qualidade do ar, já que todos os anos se registam problemas como a chuva ácida e a presença de dióxido de enxofre no ar, entre outros. Muitas destas dificuldades reconhecidas são o fato da proximidade do país com a China, um dos principais poluidores da atmosfera a nível mundial.
A Coreia do Sul é membro do Protocolo Ambiental da Antártida, do Tratado da Antártida, da Convenção sobre Diversidade Biológica, do Protocolo de Quioto (formando com o México e a Suíça o Grupo de Integrada Ambiental - GIA -, sob a supervisão da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima). Também faz parte de vários acordos e convenções que trabalham sobre temas ambientais, tais como: a desertificação, as espécies ameaçadas de extinção, a modificação ambiental, o dejeto de materiais perigosos no ar, a proibição de testes nucleares, a preservação da camada de ozônio e a preservação de zonas úmidas.






Idioma




O hangul é o alfabeto utilizado para escrever o idioma coreano.
Ver artigo principal: Língua coreana
O idioma oficial do país e o mais falado pelos sul-coreanos é o coreano, cuja classificação ainda é objeto de debate; alguns autores afirmam que ela pertence à família altaica, enquanto outros afirmam que é uma língua isolada. O coreano tem o seu próprio alfabeto, o hangul, que foi inventado ao redor do século XV. Ainda que por seu aspecto pareça ser um alfabeto pictográfico, na realidade é um alfabeto organizado em blocos silábicos. Cada um destes blocos consiste em pelo menos dois dos 24 caracteres (jamo): pelo menos uma das quatorze consoantes e uma das dez vogais. Os alfabetos hanja (chinês) e o latino são usados dentro de alguns textos em coreano, uma prática mais usual no sul do que no norte.
Ainda que também seja o idioma nacional da vizinha Coreia do Norte, o coreano falado na Coreia do Sul difere dos falado pelos norte-coreanos em alguns aspectos como a pronúncia, a ortografia, a gramática e o vocabulário. O inglês é usado como segunda língua pela maioria da população, além de ser ministrado de forma obrigatória nas escolas secundárias.





Educação


Uma sala de aula sul-coreana equipada com computadores com acesso à Internet
A educação é considerada fundamental para o êxito e, em consequência, é alvo de grande atenção governamental, com gastos correspondentes a 4,2% do PIB. Segundo dados de 2006 do Programa Internacional de Avaliação de Alunos da OCDE, o país ficou em primeiro lugar na resolução de problemas, terceiro lugar em matemática e décimo-primeiro em ciência. O sistema educativo está tecnologicamente avançado e foi o primeiro país do mundo a equipar todas as escolas primárias e secundárias do país com Internet de banda larga. Com esta infraestrutura, o país tem desenvolvido os primeiros livros didáticos digitais no mundo, que serão distribuídas de forma gratuita ao estudantes do ensino primário e aos secundário até essa ano. Mas nos próximos tempos eles vão estar mudando para livros digitais.
Uma administração centralizada supervisa e administra as escolas para a educação dos meninos desde o jardim de infância até o terceiro e último ano do ensino secundário. O país adotou recentemente um novo programa educativo visando aumentar o número dos estudantes estrangeiros na Coreia do Sul. De acordo com as estimativas do Ministério da Educação, Ciência e Tecnologia, foi almentado  o número de bolsas de estudo para estrangeiros, cujo número deverá atingir os cem mil. O ano escolar é dividido em dois semestres. O primeiro começa em meados de março e termina a meados de julho, enquanto o segundo semestre começa no final de agosto e termina em fevereiro do ano seguinte. Os horários não se encontram exatamente definidos, pois variam de uma escola para outro.





Cultura

A Coreia do Sul compartilha sua cultura tradicional com a vizinha Coreia do Norte. Entretanto, as duas Coreias desenvolveram formas distintas e contemporâneas em suas culturas, especialmente quando a península foi dividida em 1945, após o término da Segunda Guerra Mundial. Ainda que a cultura da Coreia tenha sido influenciada pela vizinha República Popular da China, historicamente o país tem conseguido desenvolver uma identidade cultural única e distinta dos outros países.O Ministério da Cultura e do Turismo promove ativamente as atividades tradicionais e as formas de cultura modernas através de programas de financiamento e de educação.
A industrialização e a urbanização têm trazido muitas mudanças nos costumes do povo coreano. As mudanças econômicas e o estilo de vida têm levado a população a se concentrar nas grandes cidades, especialmente na capital. Atualmente existem nove sítios classificados como Patrimônio Mundial pela UNESCO em território sul-coreano.
Além das expressões clássicas populares, a recente cultura sul-coreana, que abrange novas formas, como a telenovela, o cinema e a música popular, tem vindo a ser assimilada de forma significativa em diversos lugares do mundo. Este fenômeno, chamado a princípio de Hallyu, tem se expandido para outros países asiáticos, como Japão, Vietnã e China.


Arte





A arte coreana é fortemente influenciada pelo budismo e confucionismo. Entre as artes plásticas mais desenvolvidas encontram-se a pintura, a caligrafia e a cerâmica. A pintura coreana é muito antiga — o Mural de Goguryeo, ainda preservado, data da época dos três reinos, ainda que esta arte tenha alcançado o seu máximo apogeu durante a Dinastia de Goryeo. A maioria destas obras são de temática religiosa, e o paisagismo se desenvolveu durante o esplendor no período da dinastia Joseon. A caligrafia se desenvolveu ao mesmo tempo que a pintura e outras artes cênicas, pois antes da invenção do alfabeto coreano (o hangul), utilizava-se a escrita chinesa.
A cerâmica e a escultura foram duas das artes plásticas mais antigas praticadas em território coreano, já que há exemplos delas desde o Neolítico (6 000 – 1 000 a.C.). Quando o budismo se tornou uma das principais religiões da Coreia, multiplicou-se a produção de estátuas de Buda em todos os ateliers artesanais do país. Posteriormente, a cerâmica criada na época da dinastia Goryeo era cor de jade e, desde o século XIV, a forma mais comum de decorar as vasilha era através de gravuras em tons azulados com um fundo branco.
O campo das artes cênicas, a dança e o teatro se desenvolveram em conjunto. O talchum e o buchaechum são as formas de artes cênicas nacionais mais conhecidas no exterior. O início da dança contemporânea no país data da ocupação japonesa e desde então tipos distintos de baile, como o ballet, o jazz e o breakdance têm adquirido maior importância em território sul-coreano. No teatro, as representações com bailes e coreografias sem a inclusão de diálogos vêm sendo popularizadas, dando lugar a obras com êxito, como o Jump e o Nanta.
A roupa tradicional do país é conhecida como hanbok. Este traje tem muitas variantes, como o dopo, o durumagi e o jeogori; existem trajes especiais para homens e mulheres e para ocasiões formais e informais. A tradição do hanbok foi transmitida durante centenas de anos de geração a geração, sem sofrer mudanças drásticas na fabricação e nos usos das peças. Desde a introdução das vestes ocidentais no século XX, o uso do hanbok diminuiu consideravelmente e atualmente a maioria das pessoas só o usa em cerimônias como o casamentos, aniversários e festas nacionais.
Em 1993 o governo fundou a "Escola Integral de Arte da Coreia", a qual tem como objetivo promover a educação artística de alto nível. A escola ministra cursos de atuação, pintura, dança, teatro, cinema e escultura. Existem também outros organismos privados, como o "Centro de Arte de Seul" e o "Centro de Arte LG", que difundem a arte e a cultura nacionais e estrangeiras, nomeadamente levando ao país produções estrangeiras de grande prestígio.



Arquitetura 




A arquitetura pré-moderna da Coreia pode ser dividida em dois estilos principais: aquela que é utilizada nas estruturas de palácios e templos e a utilizada nas casas comuns das pessoas (a qual apresenta variações locais). Os antigos arquitetos adotaram um sistema de suporte que se caracteriza por telhados de palha e pisos simples denominados ondol. As classes altas construíam casas altas com telhados feitos de telhas normais. Todavia há muitos sítios, como as aldeias folclóricas de Hahoe, Yangdong e Coreia, onde se conserva a arquitetura tradicional do país.
A arquitetura tradicional coreana utiliza a técnica tradicional do Dancheong, caracterizada pela seleção de cores que era usada para cobrir as construções dos antigos reinos coreanos, nomeadamente as pinturas murais das antigas tumbas reais: o vermelho, azul, amarelo, branco e preto. Estas cores foram utilizadas por suas propriedades especiais ante os fenômenos naturais, como o vento, sol, chuva e calor.


Literatura




Assim como na música, a literatura coreana também é dividida em clássica e moderna. A primeira abrange todas as obras escritas antes e durante o reinado da dinastia Joseon. A maioria delas foram escritas usando o alfabeto chinês, pelo que vários autores consideram que a verdadeira literatura coreana é contemporânea do surgimento ao alfabeto hangul. Estas obras narram histórias épicas, lendas e tradições dos antigos coreanos, além de servirem como registros históricos, com crônicas dos reis de dinastias anteriores. Ki Man-jung, Heo Gyung, Park Ji-won e Yi Eok são alguns dos autores mais destacados da época, enquanto que Gu-unmong, Hong Gil-dong Jeon e Hojil são algumas das obras escritas por eles.
A literatura moderna da Coreia do Sul se refere a todas as obras escritas e publicadas depois do século XX. O romance coreano só ganhou importância neste período e e frequentemente eram tratados temas históricos para a sociedade coreana, como a ocupação japonesa, a Segunda Guerra Mundial e a Guerra da Coreia. Assim como no cinema e em outros meios de comunicação, a literatura foi censurada pelos regimes ditatoriais que governaram o país entre as décadas de 1970 e 1980. Entre os escritores sul-coreanos mais destacados encontram-se Yi Munyol, Yong-Tae Min, Lee Cheong-jun e Park Gyeong-ri. Esta última foi autora de uma série de livros chamada Toji, que é considerada como uma das obras mais importantes da literatura coreana e foi incluída na coleção de obras representativas da UNESCO.






Música


Festival Hi!, celebrado anualmente em Seul
A partir da divisão da península, a música passou a ser dividida em dois tipos: a música tradicional e/ou folclórica e a música moderna. A música tradicional coreana, chamada Hanguk Eumak, se desenvolveu de diferentes formas ao longo dos séculos e cumpria um importante papel nas cerimônias e eventos. As primeiras formas de música e dança coreanas são datadas da época dos três reinos, nas quais se chegaram a utilizar mais de trinta instrumentos musicais diferentes. A música coreana se dividia em vários gêneros, segundo a sua utilidade: o muak era utilizado em rituais, o talchum nas danças com máscaras, o nongak era utilizado pelos agricultores e o minyo pelo povo em geral.
A música coreana moderna, denominada K-Pop, caracteriza-se pelo uso de canções do gênero pop misturada com elementos da música folclórica da Coreia do Sul. Outros gêneros com grande audiência no país são o R&B, o hip hop e a música eletrônica. Vários intérpretes e grupos musicais naturais do próprio país, dando destaque aos artistas da gravadora SM Ent., têm procurado atravessar as fronteiras e serem aceitados pelo público de outros países asiáticos, como a China, Japão, Taiwan e Hong Kong.




Cinema


A modernização e a tecnologia são os principais fatores que tem moldado sua cultura contemporânea.
O cinema coreano tem obtido vários êxitos a nível internacional, ainda que não goze de tanta popularidade como, por exemplo, o da Índia e o do Japão. O primeiro filme totalmente produzido no país foi "A vingança honrada", dirigido por Kim Do-san em 1919.[210] Depois deste foram gravados vários outros filmes que tiveram algum êxito no país, embora o desenvolvimento da indústria cinematográfica tenha ocorrido somente após a Guerra da Coreia (1950-1953).
Desde então, e até 1972, o cinema coreano viveu sua chamada "era de ouro", onde os filmes expressavam de forma livre as opiniões política e sociais do povo. Durante a década de 1980 a repressão à liberdade de expressão realizada durante o governo de Park Chung-hee provocou a diminuição da produção dos filmes no país, e a indústria cinematográfica perdeu importância. Nos últimos anos, vários filmes, diretores e atores da Coreia do Sul conseguiram obter o reconhecimento internacional obtendo prêmios em festivais, como o de Cannes.



Gastronomia


Bulgogi, um prato coreano preparado com carne de vaca ou de porco
A cozinha coreana, hanguk yori (한국요리, 韓國料理), ou hansik (한식, 韓食), tem evoluído através de séculos de mudanças sociais e políticas. Os ingredientes e pratos variam conforme a cultura de cada província. Existem muitos pratos regionais significativos que têm proliferado com diferentes variações em todo país. A cozinha da corte real coreana chegou a reunir todas as especialidades regionais únicas para a família real. Por muito tempo, o consumo de alimentos foi regulado por uma série de modos e costumes, tanto para os membros da família real, quanto para os camponeses coreanos.
A cozinha coreana se baseia em grande parte em arroz, talharins, tofus, verduras, peixes e carnes. A comida tradicional coreana se caracteriza pelo número de acompanhamentos, banchan (반찬), que são servidos junto com o arroz de grão curto fervido. Cada prato é acompanhado por numerosos banchan. Entre os pratos tradicionais mais consumidos estão o bulgogi, o bibimbap e o galbi.
O chá é uma parte importante da gastronomia nacional, e a cerimônia do chá é uma das tradições mais arreigadas da população. Os chás do país são preparados com cereais, ervas medicinais, sementes e frutos. As bebidas alcoólicas são feitas a partir dos cereais desde antes do século IV. Entre os principais licores sul-coreanos, encontram-se o takju (não refinado), o cheongju (medicinal) e o soju (licor destilado). O takju é a base para a fabricação de outras bebidas regionais, aumentando ou diminuindo o tempo de fermentação.


Bom pessoal eu espero que vc tenham gostado das coisas sobre a Coréia, no caso foi uma das primeiras coisas que veio na minha cabeça.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Coreia_do_Sul




Bjs: Jeny =^.^=





























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